quarta-feira, 30 de setembro de 2009

exhausted, too tired even ...

Me sinto exausta!
Não entendo o porquê de tantos questionamentos, sobre o porquê de eu fazer coisas das quais eu gosto, coisas que me fazem bem.
Simples: Faço porque gosto, porque me faz bem!
Será, assim tão, difícil de entender??
Se eu vejo uma pessoa bem, feliz por fazer algo que gosta, estar entre pessoas que gosta, eu simplesmente me sinto feliz pela pessoa, por vê-la bem. Pra questionar esse tipo de coisa?
Parece que as pessoas não conseguem entender ou aceitar o que faz bem ao outro.
Aí a gente escuta: "Sua felicidade é o que importa".
Teoria, da boca pra fora (...)
Se importasse mesmo, haveria o incentivo e não o questionamento.
Dói um pouco quando se chega cheia de entusiasmo contando sobre coisas que aconteceram e que lhe fizeram sentir bem e não há reciprocidade, parece até que as palavras nem são assimiladas, entram por um ouvido e saem pelo outro. Ou ainda, quando são assimiladas, ao invés de um comentário vem um questionamento em tom de "nossa, o que você vê de interessante nisso?!"
Por que as pessoas não sabem escutar, simplesmente, sempre tem que vir um "não, mas"
Acho que o meu mal é que eu tenha o mesmo 'tratamento' que dou as pessoas. Esse é meu erro, esperar compreenção na mesma medida que compreendo, ser ouvida na mesma proporção a que escuto, ter do outro tanto quanto eu me doo (...)
A cada dia percebo que minha espécie está em extinção.
O mundo é feito de interesses pessoais, de sentimentos que convém (...) creio que não faço parte dele.

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